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ދިވެހިރާއްޖޭގެ ޖުމުހޫރިއްޔާ
Divehi Rajjeyge Jumhuria

República das Maldivas
Maldivas armoirias.png
(Bandeira) (Brasão de armas)
Lema nacional: —
Gentílicos: maldivo;
maldívio
Imagem:LocationMaldives.png
Língua oficial Maldívio, árabe, inglês
Capital Malé
Presidente Maumoon Abdul Gayoom
Área
- Total
- % água
185º maior
298 km²
desprezível
População
-Total (2005)
-Densidade
166º mais populoso
349 106
1.171 h/km²
IDH 0,741 (100º)médio
Moeda Rupia das Maldivas
Fuso horário UTC +5
Hino nacional Gavmii mi ekuverikan matii tibegen kuriime salaam
Código Internet .mv
Código telefônico 960

A República das Maldivas (em maldívio ދިވެހިރާއްޖޭގެ ޖުމުހޫރިއްޔ, Divehi Rajjeyge Jumhuria) é um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia, ao sul do continente asiático, constituido por 1.196 ilhas, das quais 203 são habitadas, localizadas a cerca de 450 km ao sul da península do Decão. A sua única fronteira real é com o território indiano das Laquedivas, a norte, mas são também os vizinhos mais próximos do Território Britânico do Oceano Índico, um conjunto de ilhas localizadas ao sul das Maldivas.

Estão agrupadas em 26 atóis, cada um possuindo o nome de uma ou duas letras da escrita Thaana. Seu nome seria derivado de maldwipa, no idioma malabar, onde mal significa "mil" e dwipa, "ilhas", ou do sânscrito Malaya(vara)dwipa, "ilhas de Malabar".[1]

Possuí um clima tropical e úmido com uma precipitação aproximada de 2000 mm ao ano. O Islã é a religião predominante, a qual foi introduzida em 1153. Foi colônia portuguesa (1558), holandesa (1654) e britânica (1887). Em 1953 tentou-se estabelecer uma república, mas poucos meses depois se restabeleceu o sultanato. Obteve a independência em 1965 e em 1968 foi reinstaurada a república, contudo, em 38 anos o país só teve dois presidentes, ainda que as restriçõess políticas tenham diminuído recentemente. É o país menos povoado da Ásia e o menos povoado entre os países muçulmanos.

Índice

editar História

Ver artigo principal: História das Maldivas

A história antiga das Maldivas é obscura. Segundo a lenda maldívia, um príncipe cingalês chamado Koimale encalhou com sua esposa, filha do rei do Sri Lanka, em uma lagoa das Maldivas e dominou a região como o primeiro sultão.

Com o passar dos séculos, as ilhas foram visitadas e influenciadas por marinheiros dos países do Mar Arábico e dos litorais do Oceano Índico. Os piratas de Mpla, procedentes da costa do Malabar, atualmente o Estado Indiano de Kerala, arrasaram as ilhas. No século XVI, os portugueses subjugaram e dominaram as ilhas por quinze anos (1558 - 1573) antes de serem expulsos pelo herói nacional e depois Sultão, Muhammad Thakurufaanu Al-Azam.

O país foi governado como um sultanato islâmico independente na maior parte de sua história entre 1153 e 1968. Foi um protetorado britânico desde 1887 até 25 de julho de 1965. Em 1953, por um breve período, implantou-se uma república mas o sultanato se restabeleceu.

Os maldívios seguiam o budismo antes de se converterem ao Islamismo, conversão esta explicada em uma controvertida história mitológica acerca de um demônio chamado Rannamaari.

A independência do Reino Unido foi obtida em 1965, seguindo o sultanato por três anos mais. Em 11 de novembro de 1968 foi abolido e substituído por uma república.

Em 26 de dezembro de 2004, as ilhas foram devastadas por um tsunami, que se seguiu a um forte terremoto, produzindo ondas de 1,2 a 1,5 metro de altura e inundando o país quase por completo. Ao menos 75 pessoas morreram, incluindo seis estrangeiros, e a infra-estrutura se destruiu por completo em 13 ilhas habitadas e 29 das ilhas turísticas.

editar Política

Malé, capital das Maldivas.
Malé, capital das Maldivas.
Ver artigo principal: Política das Maldivas

As Maldivas são uma república presidencialista na qual o presidente é o chefe de estado e governo. O presidente é eleito por cinco anos, por voto secreto do parlamento e referendado depois por um referendum.

O poder legislativo é exercido por um parlamento unicameral, a Majlis daas Maldivas, composta por cinquenta membros, quarenta e dois eleitos por sufrágio universal e oito nomeados pelo presidente. Renova-se a cada cinco anos.

Até 2005 as Maldivas tinham um sistema unipartidarista dominado pelo Dhivehi Rayyithunge Party. Nesse ano foram legalizados outros partidos políticos, sendo o Partido Democrata das Maldivas o principal partido de oposição.

editar Subdivisões

Ver artigo principal: Subdivisões das Maldivas

São cerca de 1.200 ilhas, agrupadas em 26 atóis, das quais cerca de 200 são habitadas.

editar Geografia

Ver artigo principal: Geografia das Maldivas

editar Economia

Ver artigo principal: Economia das Maldivas

A economia das Maldivas foi durante séculos totalmente dependente da pesca e de outros produtos marinhos. Por esta razão a pesca tem sido e ainda permanece sendo a principal ocupação da população. Este fato também tem significado que o governo dá uma prioridade especial a seu desenvolvimento.

Além da pesca, outra atividade que tem crescido durante os últimos anos é o turismo. Seu desenvolvimento tem criado direta e indiretamente emprego, e tem gerado oportunidades de trabalho em outras áreas, como a indústria. Na atualidade o turismo é a principal fonte de ingresso de moeda estrangeira, contribuindo com cerca de 20% do PIB. Com 86 centros turísticos em operação, no ano 2000 foram recepcionados 467.174 turistas estrangeiros.

A maior parte dos alimentos é importada. O país sofreu consideráveis danos com o tsunami de dezembro de 2004

editar Demografia

Ver artigo principal: Demografia das Maldivas

editar Cultura

Ver artigo principal: Cultura das Maldivas

editar Turismo

Ver artigo principal: Turismo das Maldivas
Feriados
Data Nome em português Nome local Observações

editar Referências

  1. Dicionário Houaiss, verbete maldívio.

editar Ver também


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